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Apesar de não gostar muito de pedir isso, curtam e compartilhem os vídeos... isso é o que estimula fazer essa produção, que ainda é amadora, mas dá para ajudar vocês viajantes!
Enquanto isso... confiram em primeira mão o trailer do meu canal, para você que adora viajar!
Quem quer embarcar comigo? Então clica no vídeo abaixo e vamos viajar juntos!
Por volta do ano de 753 antes de Cristo, uma lenda conta que dois irmãos gêmeos foram abandonados e jogados numa cesta nas margens do Rio Tibre. Após vagarem pelas águas do rio, Rômulo e Remo foram salvos, criados e amamentados por uma loba. Essa é a principal lenda sobre a fundação da cidade de Roma. Ela conta que os dois foram os fundadores da cidade e que após uma árdua briga entre os dois irmãos, Rômulo acabou por assassinar seu irmão Remo, tornando-se o primeiro Rei de Roma. O tempo passou e a cidade viveu história, seja no magnífico Império Romano, com sua apogeu e queda, o incêndio da cidade, por Nero, a avanço da Igreja Católica. Esses são alguns dos fatores que fazem a cidade ser conhecida por “cidade eterna”, ante sua inesgotável história por todos os lados. Localizada na região
do Lázio, é um prato cheio para aos amantes da
História, afinal, basta caminhar um pouco para se deparar com as ruínas de séculos de história. Como se não bastasse, o menor País do mundo em área e em habitanes, que é o
Vaticano, esta "cravado" dentro da metrópole. Motivos não faltam para indicar Roma como um destino OBRIGATÓRIO na
Europa.
Desembarque no Fiumicino.
A exemplo do que
acontece em outras cidades europeias, a chegada em Roma pode ser por via
terrestre, aérea ou naval. O maior fluxo
de turistas é sem dúvidas nos dois aeroportos: o maior que é o aeroporto Leonardo da Vinci/ Fiumicino eque fica mais afastado da cidade, ou o
mais central e utilizado pelas empresas low
coast como Easyjet, Ryanair, que
é o Aeroporto Ciampino. No site do aeroporto (http://www.adr.it/web/aeroporti-di-roma-en-/pax-fco-taxi),
é possível saber o preço da corrida, com destino ao hotel ou pousada.
Os preços das corridas de táxi são pré-determinados/ tabelados e não é possível a negociação de valores. Para quem prefere outras opções mais em conta de translado, há trens expressos, regulares ou
ônibus (que demoram mais que os trens). Uma dica não apenas para a viagem até
Roma, mas qualquer outra parte do mundo é o uso do site World Taximeter (http://www.worldtaximeter.com/)
para uma maior noção dos preços das tarifas de táxi de um ponto ao outro das cidades.
A primeira dica
é o Roma Pass, que funciona de forma
parecida ao New York Pass, que foi abordado nas dicas sobre Nova York (http://www.ticobrazileiro.blogspot.com.br/2013/03/i-want-to-be-part-of-it-new-york-new.html) neste blog. Este passe dá direito a entrada gratuita nas primeiras duas atrações, enquanto que nas demais dá um desconto de 50% (cinquenta por cento), portanto saiba escolher bem as duas primeiras. Outra vantagem é que a pessoa portadora do passe, não enfrenta as longas filas de compra em locais de maior fluxo de pessoas,c omo no Coliseu. O cartão também direito a gratuidade e de forma ilimitada a todos
os transportes públicos, incluindo ônibus e metrô, durante a vigência do passe (que em geral é de três dias). Infelizmente só descobri esta possibilidade, após ter retornado da
viagem, mas pude pesquisar que custa € 30,00 e está a venda nos postos
de informações turísticas. Para quem quiser mais informações, basta acessar o
link a seguir: http://www.romapass.it/p.aspx?l=en&tid=8.
As opções de hospedagem
e estadia na cidade são variadas, mas uma ótima opção por ser um
hotel quatro estrelas e que conta com ótimas tarifas e quartos modernos, é o Hotel Princess (http://www.hotelprincess.com/). Apesar
de parecer um pouco afastado das principais atrações, ele fica cerca de três quilômetros
da Praça de São Pedro, no Vaticano e a cinco quilômetros do Coliseu e Fórum
Romano. Nas proximidades do hotel há uma estação de metrô, a Cornelia Line A, que leva o turista para o centro da
cidade e suas principais atrações.
Piazza di San Pietro
A primeira
parada é na Piazza di San Pietro (Praça
de São Pedro), que é parte do Estado do Vaticano e apresenta em sua entrada um obelisco do Antigo Egito (trazido pelo Império Romano), além da
famosa Basílica de São Pedro. Para conseguir uma visitação completa do menor Estado do Mundo, é preciso contratar um dos
guias licenciados do Vaticano para um passeio pelos Jardins do Vaticano. Em seu interior, é possível admirar diversas obras de arte e belezas do País sede da Igreja Apostólica Católica. Em geral, o
passeio acaba na Cappella Sistina, que
tem seu nome em homenagem ao Papa Sisto IV, que foi responsável pela restauração da
Capela Magna durante seu papado. Hoje, o local é palco do conclave (eleição para escolha do novo Papa), além de ser aberto para visitação. Para os que gostam de guardar registros fotográficos, a Guarda Suíca fica de prontidão, não permitindo fotos ou flashes no local, inclusive expulsando os que insistentes. Vários artistas, historiadores e curiosos são atraídos
para ver de perto uma das maiores obras de Michelangelo, que é A criação de Adão, também conhecido como "A criação do Mundo". Uma dúvida que todos tem é sobre a necessidade ou não de ingressos para conhecer o interior da Basílica de São Pedro, que não é cobrado. A entrada é gratuita e é possível conhecer o local aonde o Papa realiza missas como a de Natal e a Famosa obra Pietá (a original). Há uma tabela de preços e horários para os outros passeios guiados, que certamente são importantes e estão disponível no site: http://mv.vatican.va/2_IT/pages/z-Info/MV_Info_Servizi_Visite.html.
No começo da Via dei Fori Imperiali, encontramos a mais famosa por toda sua história e simbologia, Praça da cidade. Trata-se
da Piazza Venezia, que conta com o
monumento Vittoriano e chama atenção
por seu tamanho com arquitetura exagerada em mármore branco. O local simboliza Vittorio
Emanuele II, que é considerado o “pai da pátria” italiana e que promoveu a
união do País. Se for bem observado, o local é conhecido por ser o “altar da
pátria” e tem em seu interior o “fogo sagrado da pátria”. Isto fica na região do centro histórico da cidade e a melhor forma de conhecer é caminhando ou sentando em um dos vários bares, restaurantes ou cafés que ficam nos arredores. Para os que gostam das compras, basta seguir na Via del Corso e se deparar com várias lojas, inclusive de grifes famosas como Benetton, Armani, Calvin Klen e várias outras.
Coliseu, visto do Forum Romano.
Continuando o
passeio pela Via dei Fori Imperiali, é
possível avistar o cartão postal da cidade já na metade do caminho, além de ser o local mais procurado de Roma: o Anfiteatro Flaviano, ou simplesmente
Coliseu, foi construído no primeiro século depois de Cristo e foi uma doação dos
imperadores da família Flavia para os
cidadãos de Roma. Ao contrário do que muitos pensam, não foram suas dimensões que
fizeram o Coliseu levar este nome, mas suas colossais estátuas em ouro
que existiam ali no passado ao redor do prédio. Suas ruínas com mais de 1900
anos de história, continuam sendo testemunhas dos acontecimentos que marcaram o
Império Romano. O ingresso custa cerca de € 12,00 (doze Euros) e inclui a
entrada para outra atração imperdível que é o Foro Romano. Situado numa praça de frente ao Coliseu, o local é rodeado de ruínas das mais diversas construções públicas e de importância cultural para os italanos. Alémd e ser o principal centro comercial da Roma Antiga, é o local aonde o cadáver de César foi enterrado numa plataforma de marfim. Mais informações
sobre os horários para visitação ao Coliseu, Palatino e Foro Romano, basta
acessar o site: http://www.the-colosseum.net/around/visit.htm.
Um dos lugares
mais procurados e com maior concentração de pessoas, é a Fontana
di Trevi, na qual sua história remonta a Roma Antiga. No passado, ela era uma simples fonte localizada em um cruzamento de três ruas, formando um trivium (trevo), o que explica o nome "Fontana di Trevi". Considerada a mais bela fonte do Mundo, ela é
ponto de encontro de casais apaixonados ou simplesmente apaixonados pela cidade eterna. Uma lenda diz que todos
que ali vão e admiram, devem jogar uma moeda na fonte para que possam retornar até
a cidade. Um dos maiores problemas é a quantidade de indivúdos que se aglomeram por lá,
dificultando desde registros de fotos, até mesmo a realização deste ritual de
jogar a moeda, por ser um espaço bastante reduzido. Mesmo com essa dificuldade, nada impede
as pessoas que passam por lá, de realizar seus pedidos, jogando diversas moedas na
tentativa de garantir uma volta para a bela cidade de Roma. A fonte também é
famosa por ser cenário de um videoclip do artista John Bon Jovi, na música Thank
you for Loving me. Para muitos, o local é o ponto final da passagem pela
cidade, para outros o começo de novas viagens e encantos pela capital da italiana.
Gostou das
dicas? Roma tem muito mais a oferecer, mas confira um pouco mais desta viagem
no vídeo que eu produzi e está disponível em meu canal do YouTube (www.youtube.com/ticoso). Basta clicar
no vídeo abaixo:
Localizada no
Nordeste da Itália e famosa por suas regatas, festivais de cinema, produção de
vidros e o seu famoso Carnaval com máscaras, Veneza já foi uma das principais
cidades da Europa e hoje ainda é um dos principais destinos do continente,
atraindo turistas por vários motivos: desde o romantismo presente em toda a
cidade ou pela sua riqueza cultural e histórica. A origem da cidade é um pouco
confusa, mas se conta que refugiados de outras cidades romanas que sofriam invasões
bárbaras e hunas, se estabeleceram no local, criando a cidade. Outra corrente
defende que pescadores romanos já viviam na área e estes que fundaram Veneza. O
que realmente importa é que a região já foi um importante polo comercial e que
contava com a maior frota de barcos da Europa em meados do século X. Com a
queda de Constantinopla e a descoberta dos caminhos marítimos para a Índia e
América no período das grandes navegações, a cidade teve seu declinioSe
declínio e perdeu a sua importância no cenário europeu.
A cidade conta
com um aeroporto que fica cerca de doze quilômetros do seu centro, além de uma
ampla malha ferroviária. Uma das opções interessantes é tomar um ferry boat (http://www.alilaguna.com/) que operam em
horários pré-estabelecidos e rígidos e levam o turista diretamente para o centro
da charmosa cidade italiana. Para os que gostam de se programar com calma e
planejar melhor a viagem, é possível a compra do bilhete do barco
antecipadamente, evitando filas e possíveis lotações na alta estação. O passeio
pelos canais que dão acesso à Veneza, ainda que no inverno, é fantástico e com
uma vista panorâmica de toda a cidade e seus arredores. Sem dúvidas vale a
pena.
E é no centro da
cidade, que se encontra o cartão postal da cidade e uma das praças mais
interessantes do Mundo: a Piazza San
Marco (Praça de São Marco), que é um local que tem a maior concentração de
turistas e pombos. Além disto, um fato curioso é que não se escuta sons de
veículos, pois é proibida a circulação deles na cidade. Nos arredores da praça,
é possível encontrar diversos cafés e lanchonetes, além de outros monumentos
importantes como a Torre Dell’Orologio (Torre
do Relógio), o Campanário de São Marcos, as Procuradorias e a Ala Napoleónica. Um
dos mais belos monumentos da cidade, que terminam a composição do cenário, é a Basilica Di San Marco (http://www.basilicasanmarco.it/eng/index.bsm),
que é o maior exemplo da arquitetura bizantina e infelizmente afunda todo ano
um pouco, o que se percebe ao caminhar internamente, com seu chão totalmente
ondulado.
Embarque das gôndolas.
Não se limite a
ficar na Praça de São Marcos, explore os becos de Veneza e conheça algumas das
especialidades da cidade que é a produção vitrais. Entre eles, um dos lugares
mais interessantes e que é possível acompanhar a produção desde o início é o Murano Vitrum (http://www.muranovitrum.com/), além de
ser possível levar alguma obra de recordação para a sua casa. Por fim, uma
viagem para a cidade sem um dos seus principais passeios nunca seria completa.
Que tal passear pelos seus canais e diversas pontes, nas charmosas gôndolas
presentes na cidade? O passeio varia de acordo com as atrações e o tempo de
duração, e seus preços são entre 20 (vinte) e 40 (quarenta) euros. Lembrando
que sempre é possível negociar esses preços.
Se você gostou
dessas dicas, assistam o vídeo que fiz e está disponível no meu canal do
youtube (www.youtube.com/ticoso). Basta clicar no vídeo abaixo e assistir (apenas em português):
Viajar sempre é
fantástico e que tal conhecer vários Países, contemplando belas paisagens e
momentos? Isso é possível na Europa, por conta da proximidade de uma nação com
a outra. Passagens aéreas e de trens tem preços bastante atrativos e baratos,
mas o legal é gastar um pouco mais de tempo, dispensando serviços como da
Easyjet ou Ryanair e pegar a estrada. A rota de hoje esrá de Paris pra Ravenna,
com paradas em Genebra (Suiça), Aosta e Assis (Itália).
Lac L'man em Genebra.
Algumas
horas de estrada depois e logo após a fronteira, a segunda maior e mais populosa cidade da Suiça é encontrada. Localizada a oeste do País, Genebra foi classificada como a terceira cidade de maior qualidade de vida do mundo,
além de ser a quinta mais cara do mundo para se viver. A cidade é palco de
inúmeras organizações/ organismos internacionais, como a Organização das Nações
Unidas (ONU), Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Organização
Mundial da Saúde (OMS), devido à conhecida neutralidade suíça. Como não poderia
deixar de ser numa cidade com um alto índice de qualidade de vida, seu
transporte público é excepcional e não possuem cobradores e nem roletas para o
acesso, mas máquinas em cada ponto para que seja paga a “viagem”. Num intervalo
de 01 (uma) hora é possível pegar quantos ônibus a pessoa quiser.
A principal
atração de Genebra é o seu Lac L’Man, também
conhecido como Lac d’Geneve, que é um
grande lago, de águas bastante limpas e cheio de patos e outras aves nadando e
sobrevoando. Nele, é possível observar um grande jato d’água, o Jet D’Eau, que dá um pouco mais de vida
ao cenário. A região é interessante para a prática de esportes ou apenas uma
caminhada em sua volta, além de contar com um relógio de flores no Jardim Inglês, de frente para a antiga
fábrica da Rolex. Para quem gosta de uma bela vista, a dica fica por atravessar
a ponte Mont-Blanc, que conta com uma
vista espetacular. Para quem gosta de conhecer um pouco mais da culinária local
e em seus ambientes mais populares, com mercados públicos, o de Genebra fica próximo
ao lago e é possível ir andando. O restaurante Bistrot du Boucher (http://bistrot-du-boucher.ch/)
tem um dos melhores foundes de queijo
já visto, que acompanhado de um vinho branco Coup de L'Etrier, fica fantástico.
Mont-Blac visto da estrada.
Genebra fica
para trás e curiosamente há uma nova travessia de fronteira entre Países: agora
o turista retorna ao território francês e todos os caminhos acabam indicando
uma cidade bastante charmosa, cravada no meio dos Alpes franceses, que é
Chamonix. Destino perfeito para casais apaixonados ou amantes do esqui, a
cidade vive basicamente de tudo que o inverno pode oferecer e já foi palco dos
Jogos Olímpicos de Inverno de 1924. Hoje, um vilarejo com uma das mais modernas
e importantes estações de esqui da Europa, a cidade atrai turistas de todo o
Mundo, que buscam um pouco de descanso, em meio a um clima agradável para levar
de recordação. Um passeio oferecido a partir da Chamonix e que atrai diversos
turistas, é o de conhecer mais de perto uma das montanhas mais famosas do
planeta, além de mais alta do continente Europeu, o Mont-Blanc.
Degustação de vinhos.
Continuando a
viagem, o próximo destino é a agradável cidade de Aosta, que fica nos Alpes
Italianos e tem no seu caminho uma obra incrível, que é o túnel do Mont-Blanc, que liga as cidades de
Chamonix, ao Vale de Aosta, na Itália. Seus pouco mais de 11 (onze) quilômetros
de extensão, encantam quem passa pela sua extensão e complexibilidade, além de
passar justamente debaixo da Agulha do Sul (Aiguille
du Midi). Após percorrer o túnel por completo, se chega em Aosta, que é uma pequena cidade que fica nos
Alpes italianos e como tal, é outra estação de esqui, um pouco mais modesta.
Curiosamente um dos idiomas oficiais da cidade é o francês, inclusive com
algumas placas no caminho com o idioma do País vizinho. Uma dica de hospedagem
é um hotel bastante confortável e com uma cozinha tipicamente italiana, que é o
Hostellerie Du Cheval Blanc (http://www.chevalblanc.it/en/). Com
tarifas bastantes atrativas, ainda é possível provar de um spaguetti
tipicamente italiano, acompanhado de um dos melhores vinhos do mundo e claro,
italianos: o Brunello de Montalcino.
A localização deste hotel é bastante favorável, uma vez que fica próximo de uma
área central da cidade e é possível caminhar e conhecer alguns monumentos, como
pontes e um mini Arco do Triunfo, que se encontra por lá.
Cidade Medieval de Assis.
Seguindo o
roteiro, o próximo destino natural seria a admirada cidade de Veneza, mas deixarei
para uma postagem especial. Essa alteração de destino nos coloca na proa da
região da Umbria, que fica no centro da Itália, e tem Assis como seu principal atrativo
aos turistas comuns e católicos. A cidade bastante medieval em toda sua arquitetura
e estrutura é bastante pequena e possibilita a caminhada nos seus arredores. A
localidade é aonde se registrou o nascimento de um dos santos mais importantes
da Igreja Católica: São Francisco de Assis. Este é o motivo principal que torna
a cidade um dos destinos mais procurados para diversas procissões, romarias e
religiosos de outras culturas, além de historiadores. O ponto mais alto da
visita a Assis é ao chegar na Basilica di
San Francesco (Basílica de São Francisco), que foi construída em homenagem
ao santo católico e é considerada patrimônio histórico mundial. Uma ótima opção
para se almoçar ou jantar é uma trattoria
que conta com boas massas caseiras e bons vinhos para se degustar, é o Ristorante Bibiano (http://www.tripadvisor.com/Restaurant_Review-g187905-d2418813-Reviews-Trattoria_Bibiano-Assisi_Province_of_Perugia_Umbria.html).
Caminhando por Ravenna
Por fim,
chegamos ao último destino, que é uma viagem no tempo com a terceira e última
capital do Império Romano do Ocidente. Palco do seu declínio e sua consequente
queda em meados do século V, Ravenna é mais conhecida pelos seus diversos
mosaicos presentes em suas igrejas, culpa da influencia do seu passado
Bizantino. Além disto, é lá que se encontra o túmulo com os restos mortais de
um dos maiores escritores, poeta e político italiano: o Dante Alighieri. Para
quem não lembra, ele foi o escritor do famoso e épico texto da Divina Comédia (La Divina Commedia), que mostrava como
as pessoas entendiam o mundo durante a Idade Média. Para os amantes dos
diversos tipos de mosaicos, a cidade é uma referência no continente Europeu por
conta dos diversos mosaicos restaurados e outros sendo produzidos atualmente.
Para os que
gostam dos vídeos, pela interatividade, não produzi desta viagem. Ficarei na
dívida, mas convido-os para acessar o canal e assistir outros vídeos, que por
enquanto estão apenas em português. Basta acessar: www.youtube.com/ticoso.
Em meados do
século X, um pequeno vilarejo situada numa espécie de cruzamento entre
rios e estradas e no centro de uma região agrícola, tornou-se a mais importante cidade da França. Trata-se de de Paris, uma cidade referência em todo o
planeta, que é cercada por inúmeros monumentos. Seja pelo seu papel político, econômico
e social assumido ao longo dos anos, não há como negar que a cidade é um poço
de história por todos os lados. Seja com a Tomada da Bastilha, que deu início à
Revolução Francesa, dando origem aos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade, ou com Napoleão que tornou uma mera cidade medieval numa cidade moderna. Os dados não mentem: a capital
francesa é o destino preferido dos turistas do mundo todo, atraindo
cerca de 30.000.000 de pessoas por ano.
Considerando o fato da cidade ser a mais visitada do mundo, não é tarefa simples encontrar
bons hotéis a preços mais baixos, além de disponibilidade. Uma opção
bastante confortável e em conta, é um hotel da Rede Accor, o Novotel Paris Est (http://www.accorhotels.com/gb/hotel-0380-novotel-paris-est/index.shtml). Apesar de um pouco mais afastado, no bairro de Bagnolet, ele conta com café da manhã incluso, além de uma área cercada por mobilidade e ótimo transporte público, como ônibus e metrôs, que levam para as atrações no centro da cidade. A estação mais próxima é a Gallieni, da linha 3 e que fica por trás deste hotel. Uma vez utilizando a estação, a dica fica por
descer algumas estações depois, na République, aonde é possível pegar conexões com as linhas 5, 8, 9 e 11 ou na estação Opéra, que faz parte da mesma linha 3, com origem na estação Gallieni. De toda forma, o metrô e suas
linhas são bastante simples de se entender, não há como se perder.
Champs-Élysées e Arco do Triunfo.
Uma das maiores atrações da cidade é a "mais bela avenida do mundo" ou simplesmente La plus belle avenue
du monde, como os franceses chamam a famosa Avenida des Champs-Élysées. Cercada por cinemas, cafés, restaurantes, lojas de grifes famosas, a avenida é detentora do metro quadrado mais caro do continente europeu. Uma curiosidade sobre a origem do nome, é uma referência ao Campo Elísios, da mitologia grega, que era o lugar dos mortos. Sem dúvidas o mais interessante é ter bastante tempo para poder andar pela avenida, de ponta a ponta. Em uma de suas extremidades, é possível admirar um dos cartões postais da cidade, que é o Arco do Triunfo. O monumento foi construído como uma forma de eternizar as glórias e conquistas do Primeiro Império Francês,
liderado por Napoleão Bonaparte. Depois de uma longa caminhada, o ideal é escolher
um dos vários restaurantes e degustar um pouco dos sabores da capital francesa.
Uma boa opção é uma trattoria, a Brasserie
Vesuvio que possui uma Bruschetta
que considero pedido obrigatório. Quem quiser conferir na próxima passagem por
Paris, basta ir no endereço: 144 AV. Des
Champs-Elysées 75008.
Moulin Rouge.
A próxima parada é num dos melhores lugares de Paris: o bairro boêmio de Montmartre. A região é considerada ao mesmo tempo assustadora e charmosa, por conta de suas ruas arborizadas. Além do mais, é possível acompanhar trabalhos de pintores de rua, artistas e claro, os diversos cafés e cabarés, símbolo da rua. Uma das vistas mais impressionantes da cidade, fica no alto da colina, aonde está o famoso Sacré-Couer, que já foi palco de comandos militares (por ser um ponto estratégico). Alguns dos mais famosos artistas eram frequentadores assíduos do bairro, como Monet, Van Gogh e Ronoir, o que certamente ajudou a trazer seguidores e
transformá-lo e algo mais descontraído. Com o tempo isto não mudou, ainda é possível
perceber no ir e vir das pessoas vários artistas de rua, criando suas peças ou
simplesmente tentando fazer caricaturas dos turistas. Antes de iniciar a subida
da colina, é importante parar para conhecer o Moulin Rouge, mais antigo e famoso cabaret da cidade e símbolo da
noite parisiense. Este é o momento para se informar sobre os seus diversos
shows, que apesar de caros, valem a pena e ainda dá direito a uma garrafa de
champanhe por pessoa na mesa.
Ainda no bairro
mais boêmio de Paris, todas as atenções se voltam para o ponto mais alto da
cidade, que é
Sacré-Couer no alto de Montmartre.
a colina da Basílica do Sacré-Coeur (Sagrado Coração). Um belo templo com tonalidade clara, é um dos lugares mais visitados em toda a França, segundos dados. Símbolo máximo do bairro, sofre influências da arquitetura romana e bizantina, além de ter um formato de uma cruz grega e formando quatro cúpulas. Aproveitando a visita a esta catedral, é imperdível uma volta na Place
du Tertre, que é rodeada por restaurantes, cafés e bares, que são ideias para se sentar, degustando um belo vinho"nacional" (que tal um Châteauneuf-du-Pape? Ou um Côtes du Rhône? Já sei, prefere um Bordeaux Supérieur!) e observar artistas criando diversos quadros ou fazendo caricaturas dos turistas que por ali passam. O interessante é sem dúvidas curtir o lugar e tentar sair um pouco do circuito turístico óbvio, andando pelas escadarias e ruelas do bairro e entender um pouco mais do charme de Montmartre.
Galerias do Museu do Louvre.
Uma atração
imperdível e que é impossível de se conhecer em apenas um dia é o Museu do
Louvre (Musée du Louvre), que está no
Palácio do Louvre e é um dos maiores e talvez mais famoso museu do planeta. Se
bem observado, o seu pátio central, aonde há uma pirâmide de vidro está
alinhado com o centro da Avenida Champs-Élysées.
Um espetáculo, que conta com as mais famosas obras do Mundo como a Monalisa, Vênus de Milo, Rembrandt,
Michelangelo, entre outros. Para os que não gostam de obras de arte, mas preferem
um pouco de história, é possível apreciar cerca de oito m Il anos da cultura de
toda a civilização oriental e ocidental, como por exemplo, o famoso Código de
Hamurabi, artefatos dos egípcios, gregos, romanos, entre inúmeras outras peças
da Europa Medieval, Renascentista e contemporaneidade. Para se ter uma noção, o
Louvre é o museu mais visitado do mundo e é preciso ter um bom condicionamento
físico. Ao final do passeio, certamente os pés estarão doendo de tanto andar de
galeria em galeria.
A exemplo do que
acontece em Nova York, com a Macy’s, Paris tem a sua maior loja de
departamentos e que não fica por baixo: a Galeria Lafayette (http://www.galerieslafayette.com/),
que conta com cerca de 10 andares do mais alto padrão do consumismo mundial,
repleto de lojas de grifes internacionais. Próximo dali, encontra-se uma filial
do Hard Rock Café, que fica mais precisamente na 14 Boulevard Montmartre e segue o padrão de toda rede de lojas do
mundo inteiro.
No centro de
Paris, encontramos seu “edifício” mais alto e visitado da cidade. Trata-se da
famosa Torre
Torre Eiffel a noite.
Eiffel, construída no
Campo de Marte, que fica na região central da cidade durante uma exposição
mundial que ocorreu no local. Construída para honrar o centenário da Revolução
Francesa, a torre foi construída para ser uma estrutura temporária e após a
amostra ser desmontada. Conta a história, que prestes a ser demolida no início
dos anos 1900, ela se salvou por ter seu grande valor como antena de
transmissão, por incrível que pareça. Durante cerca e 40 (quarenta) anos o
monumento ostentava o título de mais alto do mundo (com seus 324 metros), mas
acabou perdendo o trono para o prédio da Chrysler,
em Nova York. O fato é que a Torre Eiffel
é o cartão postal da cidade e já recebeu mais que 244.000.000 de
visitantes, desde sua inauguração. A dica fica em chegar no final da tarde,
para curtir um bonito pôr do sol, além de acompanhar as luzes da cidade acedendo.
Por fim, vale a
pena visitar a Catedral de Notre Dame, situado
na Praça Parvis e rodeado pelas águas
do Rio Sena. Essa catedral é uma das mais antigas da França e tem seu estilo
gótico, característico da Europa. Um passeio muito interessante é nos barcos do
Bateux-Mouchés, que são embarcações
voltadas para o turista, para conhecer um pouco mais da história das pontes e
da própria cidade, sob a perspectiva do Rio Sena.
Se você gostou
dessas dicas, assistam o vídeo que fiz e está disponível no meu canal do
youtube (www.youtube.com/ticoso). Basta clicar abaixo: