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domingo, 5 de janeiro de 2014

Roma, a "cidade eterna".

Por volta do ano de 753 antes de Cristo, uma lenda conta que dois irmãos gêmeos foram abandonados e jogados numa cesta nas margens do Rio Tibre. Após vagarem pelas águas do rio, Rômulo e Remo foram salvos, criados e amamentados por uma loba. Essa é a principal lenda sobre a fundação da cidade de Roma. Ela conta que os dois foram os fundadores da cidade e que após uma árdua briga entre os dois irmãos, Rômulo acabou por assassinar seu irmão Remo, tornando-se o primeiro Rei de Roma. O tempo passou e a cidade viveu história, seja no magnífico Império Romano, com sua apogeu e queda, o incêndio da cidade, por Nero, a avanço da Igreja Católica. Esses são alguns dos fatores que fazem a cidade ser conhecida por “cidade eterna”, ante sua inesgotável história por todos os lados. Localizada  na região do Lázio, é um prato cheio para aos amantes da História, afinal, basta caminhar um pouco para se deparar com as ruínas de séculos de história. Como se não bastasse, o menor País do mundo em área e em habitanes, que é o Vaticano, esta "cravado" dentro da metrópole. Motivos não faltam para indicar Roma como um destino OBRIGATÓRIO na Europa.

Desembarque no Fiumicino.
A exemplo do que acontece em outras cidades europeias, a chegada em Roma pode ser por via terrestre, aérea ou naval. O  maior fluxo de turistas é sem dúvidas nos dois aeroportos: o maior que é o aeroporto Leonardo da Vinci/ Fiumicino e que fica mais afastado da cidade, ou o mais central e utilizado pelas empresas low coast como Easyjet, Ryanair, que é o Aeroporto Ciampino. No site do aeroporto (http://www.adr.it/web/aeroporti-di-roma-en-/pax-fco-taxi), é possível saber o preço da corrida, com destino ao hotel ou pousada. Os preços das corridas de táxi são pré-determinados/ tabelados e não é possível a negociação de valores. Para quem prefere outras opções mais em conta de translado, há trens expressos, regulares ou ônibus (que demoram mais que os trens). Uma dica não apenas para a viagem até Roma, mas qualquer outra parte do mundo é o uso do site World Taximeter (http://www.worldtaximeter.com/) para uma maior noção dos preços das tarifas de táxi de um ponto ao outro das cidades.

A primeira dica é o Roma Pass, que funciona de forma parecida ao New York Pass, que foi abordado nas dicas sobre Nova York (http://www.ticobrazileiro.blogspot.com.br/2013/03/i-want-to-be-part-of-it-new-york-new.html) neste blog. Este passe dá direito a entrada gratuita nas primeiras duas atrações, enquanto que nas demais dá um desconto de 50% (cinquenta por cento), portanto saiba escolher bem as duas primeiras. Outra vantagem é que a pessoa portadora do passe, não enfrenta as longas filas de compra em locais de maior fluxo de pessoas,c omo no Coliseu. O cartão também direito a gratuidade e de forma ilimitada a todos os transportes públicos, incluindo ônibus e metrô, durante a vigência do passe (que em geral é de três dias). Infelizmente só descobri esta possibilidade, após ter retornado da viagem, mas pude pesquisar que custa € 30,00 e está a venda nos postos de informações turísticas. Para quem quiser mais informações, basta acessar o link a seguir: http://www.romapass.it/p.aspx?l=en&tid=8.

As opções de hospedagem e estadia na cidade são variadas, mas uma ótima opção por ser um hotel quatro estrelas e que conta com ótimas tarifas e quartos modernos, é o Hotel Princess (http://www.hotelprincess.com/). Apesar de parecer um pouco afastado das principais atrações, ele fica cerca de três quilômetros da Praça de São Pedro, no Vaticano e a cinco quilômetros do Coliseu e Fórum Romano. Nas proximidades do hotel há uma estação de metrô, a Cornelia Line A, que  leva o turista para o centro da cidade e suas principais atrações.

Piazza di San Pietro
A primeira parada é na Piazza di San Pietro (Praça de São Pedro), que é parte do Estado do Vaticano e apresenta em sua entrada um obelisco do Antigo Egito (trazido pelo Império Romano), além da famosa Basílica de São Pedro. Para conseguir uma visitação completa do menor Estado do Mundo, é preciso contratar um dos guias licenciados do Vaticano para um passeio pelos Jardins do Vaticano. Em seu interior, é possível admirar diversas obras de arte e belezas do País sede da Igreja Apostólica Católica. Em geral, o passeio acaba na Cappella Sistina, que tem seu nome em homenagem ao Papa Sisto IV, que foi responsável pela restauração da Capela Magna durante seu papado. Hoje, o local é palco do conclave (eleição para escolha do novo Papa), além de ser aberto para visitação. Para os que gostam de guardar registros fotográficos, a Guarda Suíca fica de prontidão, não permitindo fotos ou flashes no local, inclusive expulsando os que insistentes. Vários artistas, historiadores e curiosos são atraídos para ver de perto uma das maiores obras de Michelangelo, que é A criação de Adão, também conhecido como "A criação do Mundo". Uma dúvida que todos tem é sobre a necessidade ou não de ingressos para conhecer o interior da Basílica de São Pedro, que não é cobrado. A entrada é gratuita e é possível conhecer o local aonde o Papa realiza missas como a de Natal e a Famosa obra Pietá (a original). Há uma tabela de preços e horários para os outros passeios guiados, que certamente são importantes e estão disponível no site: http://mv.vatican.va/2_IT/pages/z-Info/MV_Info_Servizi_Visite.html.

No começo da Via dei Fori Imperiali, encontramos a mais famosa por toda sua história e simbologia, Praça da cidade. Trata-se da Piazza Venezia, que conta com o monumento Vittoriano e chama atenção por seu tamanho com arquitetura exagerada em mármore branco. O local simboliza Vittorio Emanuele II, que é considerado o “pai da pátria” italiana e que promoveu a união do País. Se for bem observado, o local é conhecido por ser o “altar da pátria” e tem em seu interior o “fogo sagrado da pátria”. Isto fica na região do centro histórico da cidade e a melhor forma de conhecer é caminhando ou sentando em um dos vários bares, restaurantes ou cafés que ficam nos arredores. Para os que gostam das compras, basta seguir na Via del Corso e se deparar com várias lojas, inclusive de grifes famosas como Benetton, Armani, Calvin Klen e várias outras.

Coliseu, visto do Forum Romano.
Continuando o passeio pela Via dei Fori Imperiali, é possível avistar o cartão postal da cidade já na metade do caminho, além de ser o local mais procurado de Roma: o Anfiteatro Flaviano, ou simplesmente Coliseu, foi construído no primeiro século depois de Cristo e foi uma doação dos imperadores da família Flavia para os cidadãos de Roma. Ao contrário do que muitos pensam, não foram suas dimensões que fizeram o Coliseu levar este nome, mas suas colossais estátuas em ouro que existiam ali no passado ao redor do prédio. Suas ruínas com mais de 1900 anos de história, continuam sendo testemunhas dos acontecimentos que marcaram o Império Romano. O ingresso custa cerca de € 12,00 (doze Euros) e inclui a entrada para outra atração imperdível que é o Foro Romano. Situado numa praça de frente ao Coliseu, o local é rodeado de ruínas das mais diversas construções públicas e de importância cultural para os italanos. Alémd e ser o principal centro comercial da Roma Antiga, é o local aonde o cadáver de César foi enterrado numa plataforma de marfim. Mais informações sobre os horários para visitação ao Coliseu, Palatino e Foro Romano, basta acessar o site: http://www.the-colosseum.net/around/visit.htm.

Um dos lugares mais procurados e com maior concentração de pessoas, é a Fontana di Trevi, na qual sua história remonta a Roma Antiga. No passado, ela era uma simples fonte localizada em um cruzamento de três ruas, formando um trivium (trevo), o que explica o nome "Fontana di Trevi". Considerada a mais bela fonte do Mundo, ela é ponto de encontro de casais apaixonados ou simplesmente apaixonados pela cidade eterna. Uma lenda diz que todos que ali vão e admiram, devem jogar uma moeda na fonte para que possam retornar até a cidade. Um dos maiores problemas é a quantidade de indivúdos que se aglomeram por lá, dificultando desde registros de fotos, até mesmo a realização deste ritual de jogar a moeda, por ser um espaço bastante reduzido. Mesmo com essa dificuldade, nada impede as pessoas que passam por lá, de realizar seus pedidos, jogando diversas moedas na tentativa de garantir uma volta para a bela cidade de Roma. A fonte também é famosa por ser cenário de um videoclip do artista John Bon Jovi, na música Thank you for Loving me. Para muitos, o local é o ponto final da passagem pela cidade, para outros o começo de novas viagens e encantos pela capital da italiana.


Gostou das dicas? Roma tem muito mais a oferecer, mas confira um pouco mais desta viagem no vídeo que eu produzi e está disponível em meu canal do YouTube (www.youtube.com/ticoso). Basta clicar no vídeo abaixo: 




segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Veneza, a cidade das águas.

Entrada de Veneza.
Localizada no Nordeste da Itália e famosa por suas regatas, festivais de cinema, produção de vidros e o seu famoso Carnaval com máscaras, Veneza já foi uma das principais cidades da Europa e hoje ainda é um dos principais destinos do continente, atraindo turistas por vários motivos: desde o romantismo presente em toda a cidade ou pela sua riqueza cultural e histórica. A origem da cidade é um pouco confusa, mas se conta que refugiados de outras cidades romanas que sofriam invasões bárbaras e hunas, se estabeleceram no local, criando a cidade. Outra corrente defende que pescadores romanos já viviam na área e estes que fundaram Veneza. O que realmente importa é que a região já foi um importante polo comercial e que contava com a maior frota de barcos da Europa em meados do século X. Com a queda de Constantinopla e a descoberta dos caminhos marítimos para a Índia e América no período das grandes navegações, a cidade teve seu declinioSe declínio e perdeu a sua importância no cenário europeu.
  
A cidade conta com um aeroporto que fica cerca de doze quilômetros do seu centro, além de uma ampla malha ferroviária. Uma das opções interessantes é tomar um ferry boat (http://www.alilaguna.com/) que operam em horários pré-estabelecidos e rígidos e levam o turista diretamente para o centro da charmosa cidade italiana. Para os que gostam de se programar com calma e planejar melhor a viagem, é possível a compra do bilhete do barco antecipadamente, evitando filas e possíveis lotações na alta estação. O passeio pelos canais que dão acesso à Veneza, ainda que no inverno, é fantástico e com uma vista panorâmica de toda a cidade e seus arredores. Sem dúvidas vale a pena.

E é no centro da cidade, que se encontra o cartão postal da cidade e uma das praças mais interessantes do Mundo: a Piazza San Marco (Praça de São Marco), que é um local que tem a maior concentração de turistas e pombos. Além disto, um fato curioso é que não se escuta sons de veículos, pois é proibida a circulação deles na cidade. Nos arredores da praça, é possível encontrar diversos cafés e lanchonetes, além de outros monumentos importantes como a Torre Dell’Orologio (Torre do Relógio), o Campanário de São Marcos, as Procuradorias e a Ala Napoleónica. Um dos mais belos monumentos da cidade, que terminam a composição do cenário, é a Basilica Di San Marco (http://www.basilicasanmarco.it/eng/index.bsm), que é o maior exemplo da arquitetura bizantina e infelizmente afunda todo ano um pouco, o que se percebe ao caminhar internamente, com seu chão totalmente ondulado.

Embarque das gôndolas.
Não se limite a ficar na Praça de São Marcos, explore os becos de Veneza e conheça algumas das especialidades da cidade que é a produção vitrais. Entre eles, um dos lugares mais interessantes e que é possível acompanhar a produção desde o início é o Murano Vitrum (http://www.muranovitrum.com/), além de ser possível levar alguma obra de recordação para a sua casa. Por fim, uma viagem para a cidade sem um dos seus principais passeios nunca seria completa. Que tal passear pelos seus canais e diversas pontes, nas charmosas gôndolas presentes na cidade? O passeio varia de acordo com as atrações e o tempo de duração, e seus preços são entre 20 (vinte) e 40 (quarenta) euros. Lembrando que sempre é possível negociar esses preços.




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Se você gostou dessas dicas, assistam o vídeo que fiz e está disponível no meu canal do youtube (www.youtube.com/ticoso). Basta clicar no vídeo abaixo e assistir (apenas em português):




segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Uma viagem para Genebra, Aosta, Assis e Ravenna.

Viajar sempre é fantástico e que tal conhecer vários Países, contemplando belas paisagens e momentos? Isso é possível na Europa, por conta da proximidade de uma nação com a outra. Passagens aéreas e de trens tem preços bastante atrativos e baratos, mas o legal é gastar um pouco mais de tempo, dispensando serviços como da Easyjet ou Ryanair e pegar a estrada. A rota de hoje esrá de Paris pra Ravenna, com paradas em Genebra (Suiça), Aosta e Assis (Itália).

Lac L'man em Genebra.
Algumas horas de estrada depois e logo após a fronteira, a segunda maior e mais populosa cidade da Suiça é encontrada. Localizada a oeste do País, Genebra foi classificada como a terceira cidade de maior qualidade de vida do mundo, além de ser a quinta mais cara do mundo para se viver. A cidade é palco de inúmeras organizações/ organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas (ONU), Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), devido à conhecida neutralidade suíça. Como não poderia deixar de ser numa cidade com um alto índice de qualidade de vida, seu transporte público é excepcional e não possuem cobradores e nem roletas para o acesso, mas máquinas em cada ponto para que seja paga a “viagem”. Num intervalo de 01 (uma) hora é possível pegar quantos ônibus a pessoa quiser.

A principal atração de Genebra é o seu Lac L’Man, também conhecido como Lac d’Geneve, que é um grande lago, de águas bastante limpas e cheio de patos e outras aves nadando e sobrevoando. Nele, é possível observar um grande jato d’água, o Jet D’Eau, que dá um pouco mais de vida ao cenário. A região é interessante para a prática de esportes ou apenas uma caminhada em sua volta, além de contar com um relógio de flores no Jardim Inglês, de frente para a antiga fábrica da Rolex. Para quem gosta de uma bela vista, a dica fica por atravessar a ponte Mont-Blanc, que conta com uma vista espetacular. Para quem gosta de conhecer um pouco mais da culinária local e em seus ambientes mais populares, com mercados públicos, o de Genebra fica próximo ao lago e é possível ir andando. O restaurante Bistrot du Boucher (http://bistrot-du-boucher.ch/) tem um dos melhores foundes de queijo já visto, que acompanhado de um vinho branco Coup de L'Etrier, fica fantástico.

Mont-Blac visto da estrada.
Genebra fica para trás e curiosamente há uma nova travessia de fronteira entre Países: agora o turista retorna ao território francês e todos os caminhos acabam indicando uma cidade bastante charmosa, cravada no meio dos Alpes franceses, que é Chamonix. Destino perfeito para casais apaixonados ou amantes do esqui, a cidade vive basicamente de tudo que o inverno pode oferecer e já foi palco dos Jogos Olímpicos de Inverno de 1924. Hoje, um vilarejo com uma das mais modernas e importantes estações de esqui da Europa, a cidade atrai turistas de todo o Mundo, que buscam um pouco de descanso, em meio a um clima agradável para levar de recordação. Um passeio oferecido a partir da Chamonix e que atrai diversos turistas, é o de conhecer mais de perto uma das montanhas mais famosas do planeta, além de mais alta do continente Europeu, o Mont-Blanc.

Degustação de vinhos.
Continuando a viagem, o próximo destino é a agradável cidade de Aosta, que fica nos Alpes Italianos e tem no seu caminho uma obra incrível, que é o túnel do Mont-Blanc, que liga as cidades de Chamonix, ao Vale de Aosta, na Itália. Seus pouco mais de 11 (onze) quilômetros de extensão, encantam quem passa pela sua extensão e complexibilidade, além de passar justamente debaixo da Agulha do Sul (Aiguille du Midi). Após percorrer o túnel por completo, se chega em Aosta, que é uma pequena cidade que fica nos Alpes italianos e como tal, é outra estação de esqui, um pouco mais modesta. Curiosamente um dos idiomas oficiais da cidade é o francês, inclusive com algumas placas no caminho com o idioma do País vizinho. Uma dica de hospedagem é um hotel bastante confortável e com uma cozinha tipicamente italiana, que é o Hostellerie Du Cheval Blanc (http://www.chevalblanc.it/en/). Com tarifas bastantes atrativas, ainda é possível provar de um spaguetti tipicamente italiano, acompanhado de um dos melhores vinhos do mundo e claro, italianos: o Brunello de Montalcino. A localização deste hotel é bastante favorável, uma vez que fica próximo de uma área central da cidade e é possível caminhar e conhecer alguns monumentos, como pontes e um mini Arco do Triunfo, que se encontra por lá.

Cidade Medieval de Assis.
Seguindo o roteiro, o próximo destino natural seria a admirada cidade de Veneza, mas deixarei para uma postagem especial. Essa alteração de destino nos coloca na proa da região da Umbria, que fica no centro da Itália, e tem Assis como seu principal atrativo aos turistas comuns e católicos. A cidade bastante medieval em toda sua arquitetura e estrutura é bastante pequena e possibilita a caminhada nos seus arredores. A localidade é aonde se registrou o nascimento de um dos santos mais importantes da Igreja Católica: São Francisco de Assis. Este é o motivo principal que torna a cidade um dos destinos mais procurados para diversas procissões, romarias e religiosos de outras culturas, além de historiadores. O ponto mais alto da visita a Assis é ao chegar na Basilica di San Francesco (Basílica de São Francisco), que foi construída em homenagem ao santo católico e é considerada patrimônio histórico mundial. Uma ótima opção para se almoçar ou jantar é uma trattoria que conta com boas massas caseiras e bons vinhos para se degustar, é o Ristorante Bibiano (http://www.tripadvisor.com/Restaurant_Review-g187905-d2418813-Reviews-Trattoria_Bibiano-Assisi_Province_of_Perugia_Umbria.html).

Caminhando por Ravenna
Por fim, chegamos ao último destino, que é uma viagem no tempo com a terceira e última capital do Império Romano do Ocidente. Palco do seu declínio e sua consequente queda em meados do século V, Ravenna é mais conhecida pelos seus diversos mosaicos presentes em suas igrejas, culpa da influencia do seu passado Bizantino. Além disto, é lá que se encontra o túmulo com os restos mortais de um dos maiores escritores, poeta e político italiano: o Dante Alighieri. Para quem não lembra, ele foi o escritor do famoso e épico texto da Divina Comédia (La Divina Commedia), que mostrava como as pessoas entendiam o mundo durante a Idade Média. Para os amantes dos diversos tipos de mosaicos, a cidade é uma referência no continente Europeu por conta dos diversos mosaicos restaurados e outros sendo produzidos atualmente.

Para os que gostam dos vídeos, pela interatividade, não produzi desta viagem. Ficarei na dívida, mas convido-os para acessar o canal e assistir outros vídeos, que por enquanto estão apenas em português. Basta acessar: www.youtube.com/ticoso.

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