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Apesar de não gostar muito de pedir isso, curtam e compartilhem os vídeos... isso é o que estimula fazer essa produção, que ainda é amadora, mas dá para ajudar vocês viajantes!
Enquanto isso... confiram em primeira mão o trailer do meu canal, para você que adora viajar!
Quem quer embarcar comigo? Então clica no vídeo abaixo e vamos viajar juntos!
E aí, pessoal? A dica de hoje é um destino bastante
procurado pelos brasileiros, inclusive uma ótima alternativa com essa alta do
dólar e crise econômica que vivemos no Brasil. O destino de hoje é Bariloche,
que também é conhecida por “Brasiloche” pela quantidade de viajantes brasileiros nessa região dos Lagos
Andinos. Ainda não existem voos diretos, saindo de São Paulo ou Rio de Janeiro com destino a cidade, o que obriga todo passageiro a fazer conexões em um dos dois aeroportos de Buenos Aires, seja Ezeiza ou o Aeroparque. Algumas agências de turismo fretam aviões de empresas como TAM, LAN, GOL ou até Aerolíneas Argentinas durante a alta temporada e leva em vôos curtos e diretos, tanto do Rio, como São Paulo. O detalhe é que normalmente por ser altíssima estação e mercado turístico aquecido por conta da temporada de neve, tudo fica MUITO MAIS CARO por lá também.
Eu sou um curioso e fui pesquisar a origem do nome “Bariloche” e descobri que tem origem indígena. Isso mesmo, pessoal! Os índios Mapuches, que viviam no lado chileno dos Andes, não tinham contato e nem sabiam como era o povo do outro lado da montanha e por esta razão, deram um apelido ao vilarejo e a população que ficava justamente em Bariloche de "VURULICHE". O significado? Exatamente o que falei antes, ou seja, “povo
que vive do outro lado da montanha”! Uma palavrinha simples
significava tanto! E o nome conhecido por todos é abreviado, na verdade o nome correto da cidade é San Carlos de Bariloche.
Na chegada é impossível não lembrar do mini mundo de Gramado, no Rio Grande do Sul, que tem uma miniatura do aeroporto de Bariloche, que é idêntica ao real, bem simples e rústico. Mas aos uqe não gostam de subir escadas, não se preocupem, o aeroporto conta com pontes de embarque que atendem preferencialmente os voos da Aerolíneas Argentinas. O trajeto de lá até o centro da cidade é relativamente curto e sem muito trânsito, entre 13km e 15km. Para os que assim como eu, gostam de alugar carro para relaxar um pouco mais, o caminho é todo sinalizado e é IMPOSSÍVEL de se perder. Eu sempre recomendo o aluguel de carro para viagens dessa natureza, ou pelos Lagos Andinos, seja o lado argentino ou chileno (que tratarei em outra postagem). E não se preocupe em contratar um GPS para o carro, basta ter o waze instalado em seu celular, que resolve muito bem os problemas de navegação. Já os que preferem não ter trabalho e preferem os táxis, eles custam em torno de 20 dólares do aeroporto para o centro, tendo a opção dos Remises, que são carros particulares e uam alternativa aos táxis, que levam por uma diferença de 5 dólares mais barato, em média.
Bariloche é muito bem atendida, por uma rede hoteleira basntante diversificada e atende a todos os gostos, com seus hotéis, hostel e até pousadas. E não se assustem com os preços, pois tem para todos os gostos, do mais barato ao mais caro. Eu acabei ficando no complexo do Hotel Villa Hunid (http://villahuinid.com.ar/),
que conta com SPA e mais dois outros hotéis no topo de um "cerro". O ponto alto fica pela vista que tive todos os dias ao acordar e dormir, com nascer e pôr do sol espetaculares, além da vista do famoso Lago Nahuel Huapi e da Cordilheira dos Andes ao fundo. Apesar de não ficar muito próximo ao centro, não era muito longe e fácil de locomoção por conta do veículo alugado, além de ser cerca de 5km de um dos pontos turísticos mais procurados, o Cerro Otto.
Nascer do sol, visto do Hotel.
Se você quer experimentar do agito da cidade, saiba que quase tudo acontece na famosa Calle Mitre, que corta todo o centro da cidade. Por lá, encontramos alguns shoppings, galerias, lojas de souvenirs, restaurantes e muitas, muitas chocolaterias, como a Rapa Nui (http://chocolatesrapanui.com.ar/), que tem os melhores chocolates da Argentina, segundo dizem. Não tive como não provar alguns, além do seu founde espetacular. Indico, pessoal! Nesta região, é aonde encontramos também várias lojas de aluguel para roupa de esqui. E aí você me pergunta: não possso alugar na montanha? E eu te respondo que pode, mas é muito mais caro. Melhor alugar e carregar pela Calle Mitre até o hotel, do que pagar o dobro do preço, antes de subir na montanha. No centro também encontramos supermercados e alguns restaurantes que servem muito bem, como o clássico El Boliche de Alberto (http://www.elbolichedealberto.com/), que conta com carnes muito bem feitas e suculentas ou a melhor sequencia/ rodízio de founde na cidade, que é no restaurante Familia Weiss. Já se nota que ele é diferenciado pela arquitetura rústica e cheia de madeiras, fazendo um grande contraste com todas as outras construções da cidade. Fica quase na esquina da igrejinha principal da cidade e vale muito a pena. Para os amantes da culinária italiana, uma ótima pedida é o I´Italiano Trattoria, opção perfeita para combinar os vinhos argentinos e as massas caseiras, feitas na hora.
Como você já sabem, a Calle Mitre é aonde quase tudo acontece, inclusive ela leva direto para um dos cartões postais da cidade, que é o Centro
Cívico. Basicamente é a principal praça da cidade, aonde jovens e artistas se reúnem, em meio as edificações de pedra, estilo europeu e ainda tem o adicional da vista do Lago Nahuel Huapi e dos Andes ao fundo. Para quem gosta de cães, pode ser a oportunidade ÚNICA de interagir e bater uma foto com os São Bernardos. Seus donos cobram algo em torno de $10 (dez) pesos para se tirar quantas fotos você quiser com a espécie. E se você andar um pouco mais, vai encontrar várias lojas de souvenirs mais em conta do que mais pra
cima da rua.
O mais legal vem agora, que é justamente explorar as belezas naturais da região. Existe o paseio conhecido por Circuito Chico, que faz um pequeno tour pelos principais mirantes da cidade, como os do Cerro Otto e Cerro Campanário. O segundo foi eleito pela revista National Geographic uma das 10 (dez) vistas mais lindas do planeta e a melhor de Bariloche. Costumo dizer que todas as vistas são de tirar o fôlego e lá não é diferente, mas isso é relativo e depende de como o visual te causa impacto. O passeio leva os turistas até o hotel Llao Llao, que é bastante conhecido por lá
e mesmo não sendo hóspede, ele recebe para almoço, jantar ou visita, apenas.
Minha última passagem por Bariloche foi no mês de Setembro, que ainda tinha alguma neve, mas pouca concentração no topo do Cerro Otto. Apesar disto, a vista dos outros cerros, além dos lagos e o próprio passeio de teleférico já vale por tudo. Aliás, durante a subida ele parou algumas vezes, gerando um pouco de apreensão, mas é normal. Algumas pessoas se enrolam ao descer dele e acaba tendo de parar todos os outros, portanto, não se assustem! No topo do Cerro Otto, há um restaurante giratório, que serve além de comidas típicas da argentina, cafés e chocolates quente, para esquentar um pouco.
Como eu queria aproveitar o final da temporada de esqui e praticar snowboard, não poderia deixar de dar um pulo na principal "montanha"/ cerro da cidade: o Cerro Catedral. Devidamente vestido, com a roupa que aluguel na calle Mitre, só faltava mesmo alugar o material da modalidade escolhida por mim, pagar o ingresso e seguir para as várias pistas disponíveis. Em geral, há uma orientação com professores ou pessoas do Cerro Catedral, para indicar qual o ingresso adequado para cada necessidade. No meu caso, comprei um que me permitia entrar e sair quantas vezes quisesse durante o dia, mas meu Pai acabou comprando o de uma única entrada, que obviamente foi mais barato. Então é variável! para os medrosos, há várias aulas de esqui ou até mesmo snowboard e deu gosto de ver várias crianças em seus 6, 7, 8 anos de idade aprendendo a esquiar. Como não poderia deixar de
ser e por conta da imensidão do lugar, existem restaurantes e cafés espalhados
pelo cerro, para quem quiser apenas subir e não praticar nenhum esporte. Para
quem pensa em fazer snowboard e tem
medo, eu vou indico! O mais difícil é o começo, você entender que controla tudo com os pés e calcanhar, só isso MESMO! Se você estiver confiante e entender bem esse funcionamento, não tem muito perigo, acreditem! Esse é um passeio que pode
durar um dia inteiro ou apenas um turno, depende do tempo de cada um.
Por natureza, eu gosto de conhecer o circuito não "batido"/ turístico que todo mundo faz, e foi assim que acabei chegando por terra, num vilarejo bastante aconchegante e interessante, chamado Villa La Angostura, que já fica em província, a de Neuquén. O interessante é que a idéia era encarar cerca de 4 (quatro) horas de estrada, até San Martin de Los Andes, sendo contemplado com a Ruta dos 7 Lagos, mas como o tempo era curto, não foi desta vez! O tempo de estrada de Bariloche para Villa La Angostura, é de aproximadamente 1 (uma) hora. Chegando lá, você encontra uma arquitetura mais simples, com várias casas de madeira e cafés bastante charmosos, apesar de simples.
Há uma outra forma bastante interessante de se chegar próximo ou no vilarejo de Villa La Angostura, que é de barco. Não sei se vocês me acompanharam nos vídeos que postei no meu canal do youtube, sobre Puerto Montt e Puerto Varas, mas são embarcações naquele estilo, que levam pelas águas do Lago Nahuel Huapi, parando em lugares como o famoso Bosque de Arrayanes e a Isla Victoria. Para quem não sabe, o bosque foi aonde Walt Disney se inspirou para fazer o cenário do personagem Bambi, enquanto que a Isla Victoria é praticamente na Villa La Angostura. No caminho, é possível alimentar aves que acompanham as embarcações e ter um contato melhor com a natureza.Este passeio é bastante indicado durante o verão, nos meses de Dezembro a Fevereiro.
Aliás, vou relatar outra curiosidade para vocês! Conversando com uma argentina no teleférico, ela disse que os argentinos preferem a cidade de Bariloche no verão, pois podem tomar banho nos Lagos Andinos, além de facilitar a prática de esportes como trilha, bike e wakeboard, por exemplo. E pensar que nós brasileiros vamos em busca da neve, hein? Confesso que fez sentido, quando lembrei que estive nos Lagos Andinos do lado chileno, durante o verão e realmente foi muito bom, apesar do calor. Sou suspeito, pois gosto muito de frio.
Por fim, há um jantar bastante romântico e a luz de
velas, chamado Noche Nordica (http://nochenordica.com/). Ele começa com
uma van que faz o translado do hotel até o refúgio que fica alguns quilômetros da
cidade, além de luzes que iluminam toda a região. Ao chegar no local, há aulas
de como guiar um quadriciclo/ jet ski da neve e que será guiado por cada um de
nós. São cerca de 5km dentro de um
bosque nevado, dentro do Cerro Otto e é um passeio que tem duração de 3
a 4 horas. O que acho mais legal é a aventura de pilotar um veículo na neve,
além do jantar que é de altíssima qualidade. Claro que algumas regras são
respeitadas, como apenas maiores de 17 (dezessete) anos podem guiar o veículo
na neve.
É isso pessoal! Espero que tenham gostado.
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Eu não iria falar de um lugar tão incrível, sem
postar um vídeo no meu canal do youtube, nã o é pessoal? Aliás... você já se
inscreveu lá? Ainda não? Vai lá, curte meu canal e se inscreve, que ainda virão
muitas novidades e destinos novos para ajudar você na próxima viagem!
O vídeo especial de Bariloche é este aqui, basta clicar e assistir:
Pessoal, hoje irei falar sobre um
destino que os brasileiros vivem indo, que é Buenos Aires. Quem me conhece bem,
sabe o carinho que tenho pela capital porteña, que inclusive foi o meu PRIMEIRO
DESTINO INTERNACIONAL, no ano de 1986! De lá pra cá, perdi as contas de quantas
vezes estive nessa cidade, que para mim, nunca perde o charme. Como eu já dei
dicas de passeios por lá (http://www.ticobrazileiro.blogspot.com.br/2013/02/buenos-aires-charme-europeu-em-plena.html), hoje irei passar um roteiro gastronômico IMPERDÍVEL e
que tem várias indicações minhas e outras que eu não conhecia e um grande amigo
meu, indicou numa viagem que fizemos juntos em 2014. Vamos começar? Preparem-se
para ficar com água na boca e os restaurantes serão todos de nível
elevadíssimos.
Costumo dizer que o meu lugar
preferido na cidade, é Puerto Madero, o bairro mais novo da cidade. Por outro
lado, existem lugares com uma grande variedade gastronômica, além de ser ótimo
para se caminhar, como a Recoleta e Palermo (que tem suas várias divisões, como
Palermo Soho e Hollywood, por exemplo). E grande parte desses restaurantes
ficam nessas regiões! E não estou falando do tão procurado Cabaña Las Lilas,
que apesar de ser excelente, pratica preços ACIMA do que irei mostrar aqui e é
muito mais “pega turista”.
E falando em Palermo, a primeira
parada é no Restaurante Casa Cruz,
que fica na calle Uriarte, 1658.
A sugestão é reservar um horário para o jantar e aproveitar bastante as
instalações que são bastante aconchegantes, além de ter uma adega
IMPRESSIONANTE para qualquer amante de vinho. Confesso que não conhecia e achei
espetacular. É possível fazer reservas pelo telefone ou pelo site (http://casacruz-restaurant.com/).
Para os amantes de pescados, a sugestão fica por escolher um salmão branco, que
é muito bem preparado e saboroso. Os vinhos (e foram vários) ficaram por conta
das cepas Malbec e Bonarda, em especial um que eu não conhecia: “The Apple
Doesn´t fall Far From the Tree”. Para quem não acredita que o nome do vinho é
este, segue um link que achei no google, com ele para vender: http://www.winebrands.com.br/the-apple-doesn-t-fall-far-from-the-tree-bonarda-2013/p.
É um ótimo vinho. Com relação a uva Bonarda, ela tem origem na França, mas é
muito produzida na argentina, apesar de rara.
A próxima parada é num clássico
de Buenos Aires: o famoso Restaurante Fervor!
Quem já foi na cidade, conhece este que é tido como uma das melhores
cozinhas da capital porteña. O restaurante é bastante clássico e não é difícil
ver famílias tradicionais argentinas indo almoçar ou jantar nele. Fomos no
horário do almoço e sem reservar lugares, o que teve que ser bem cedo, estando
por lá entre 11:50 (Onze e cinquenta) e o meio dia. Além do ambiente, com dois
andares e um lustre imponente no teto, não poderia deixar de faltar o que
melhor tem na gastronomia argentina: suas carnes e vinhos. E não foi diferente,
não tive dúvidas e pedi de cara um Lomo,
que foi servido de vários vinhos Malbec (dessa vez estava em falta os de uva
Bonarda). Apesar do ambiente bastante selecionado e diferenciado, a conta não
saiu cara e a carne, estava simplesmente PERFEITA e muito bem servida. Ele fica
localizado na Recoleta, próximo a famosa Avenida Alvear, mais precisamente na calle Posadas, 1519. Dizem que
famosos como Bono Vox e Chico Buarque fazem questão de ir nele, sempre que
estão por Buenos Aires. Acho que nem precisa dizer mais nada, né pessoal?
Que tal continuar na Recoleta?
Vamos seguir pela famosa Avenida Alvear, que dizem ter o metro quadrado mais
caro da Argentina, além de ter várias embaixadas. Lá, encontramos um dos meus
restaurantes preferidos, desde que conheci em 2014: é o Palacio Duhau/ Park Hyatt! Ele fica na Avenida Alvear, 1661 e é importante fazer reservas (telefone:
5171-1340) para conseguir guardar um lugar, ante a sua grande concorrência, em
especial na hora do almoço. Como indicado pelo meu amigo, ele é feito para se
curtir e aproveitar o dia, em especial se você não tem mais o que ver em Buenos
Aires ou já conhece a cidade. Que tal chegar numa manhã de sol e ficar nos seus
jardins, tomando um vinhozinho branco, clericquot ou até uma cerveja bem
gelada, enquanto aprecia belas entradas, como empanadas ou salmão defumado? Mais
uma vez fui de Lomo, o que não
necessariamente uma regra. O cardápio desse restaurante muda a cada 3 (três)
meses, não sei se ainda está assim. É sempre bom se informar e saber qual
restaurante ir, afinal, existem três tipos diferentes. Peçam o principal, que
não é a Vinoteca.
Um pouco mais distante, no bairro
de Belgrano, encontramos o Restaurant
Sucre. Apesar da distância, isso não será um problema! Lembrem-se que
os taxis de Buenos Aires são um dos mais baratos do Mundo, independente do
câmbio ser ou não favorável para nós, brasileiros. Ele fica na Calle Sucre, 676
e é interessante se fazer reservas (telefone: 4782-9082) para garantir lugar,
afinal é um espaço que lota com facilidade. Logo na entrada, fomos recepcionado
pela Laura, a simpática recepcionista que mandou preparar a mesa para dois
casais e eu, que segurava vela. O restaurante tem uma arquitetura moderna e sua
adega fica no centro dele, sendo visível de qualquer lugar que você se sentar.
A mesa reservada foi estrategicamente localizada ao lado da cozinha, que também
fica visível para todos no restaurante. O mais interessante foi acompanhar o
movimento dos pratos e inclusive tirar dúvida de qual escolher, com auxílio dos
chefs, bastantes solícitos. Dessa vez eu tentei fugir do óbvio que seria pedir
um Lomo, dando lugar ao Ojo de Bife Black Angus! Tudo
espetacular, além de uma belíssima seleção de vinhos durante a noite.
Para quem gosta de se jogar nas
compras da Calle Florida, que tal ir para uma de suas ruas paralelas, num
restaurante aparentemente simples, mas muito tradicional? É o La Estancia, que conheço desde
que sou pequeno. Além do carinho especial que tenho com o lugar, o atendimento
é sempre especial, inclusive quando menciono que vou lá desde 1986! Sem dúvidas
o ambiente é mais simples do que os outros restaurantes citados acima, mas a
comida é tão saborosa quanto, além de o preço ser melhor ainda. No final,
quando pagamos a conta, o garçom nos brindou com 5 (cinco) taças de espumante
em agradecimento à preferência. O restaurante fica na Calle Lavalle, 941 e não
precisa de reservas para se experimentar seus sabores. É ideal para quem comer
algo a um preço justo e bem servido, após o dia de compras na Florida! Dá pra
ir a pé!
Por fim, um restaurante que
descobri durante uma viagem que fiz para Buenos Aires no ano de 2011, após pegar
os ingressos para o show do U2 que acompanhei em La Plata. É o Bahia Madero, que como o nome
diz, fica no badalado bairro de Puerto Madero! Esse é o típico lugar que você
paga MUITO BARATO e COME DEMAIS. Pelos pratos serem MUITO BEM SERVIDOS, eu
sugiro que você pense em dividir o prato com alguém. Tive amigos que não
aguentavam jantar, depois de ter ido nele. Não que a comida estava ruim, pelo
contrário! Era muito boa e bem servida! O mais legal é que existe o cardápio em
português também, acho que muitos brasileiros vão nele. Não acho que fique
atrás do renomado Cabaña Las Lilas, sendo bem sincero. Ele fica na Avenida Alicia Moreau de Justo, 430,
Dique 4 de Puerto Madero. Também não precisa reservar e se quiserem
maiores informações, acessem o site e conheçam um pouco mais dele: http://bahiamadero.com/
Que fique claro que não tenho
nada contra os renomados Cabaña Las Lilas, Siga La Vaca ou até o badalado Asia
de Cuba, apenas quero mostrar que existem outras opções e que você aproveita e
paga menos por isto. Esses restaurantes são conhecidos muito mais por estarem
incluídos no circuito turístico do que por outra razão, mas são excelentes
opções.
Uma outra observação: todos os
pratos na Argentina são MUITO BEM SERVIDOS, então se você tiver um apetite
pequeno, pense em dividir com alguém. Se você quiser se esbaldar nas delícias
da culinária local, aproveitem.
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Se quiser conhecer um pouco mais de Buenos Aires, cliquem no vídeo abaixo e curtam:
Já estiveram numa fronteira de países? Que tal uma tríplice
fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina? Ainda não fazem ideia de qual o
destino de hoje? Acertou quem disse Foz do Iguaçu, com suas belas quedas de água do Rio Iguaçu e a maior hidroelétrica do planeta, que é Itaipu Binacional (administrada
pelo Brasil e pelo Paraguai). A exemplo de Chicago, a minha estadia em Foz foi muito por acaso e para facilitar uma emissão complicada de passagem por milhas para Bariloche, que irei tratar numa outra postagem. Vamos começar um pouco então desse lugar com vistas fantásticas e naõ deixem de conferir o vídeo ao final dessa postagem, com mais dicas.
Chegada no Aeroporto de Foz do Iguaçu
Sempre falo que viajar requer disposição e vontade
de explorar as coisas. Algumas cidades como Nova York, Paris, Buenos Aires e
tantas outras é possível se conhecer com longas caminhadas, sem a necessidade de se alugar
carros ou contratar pacotes turísticos e transfers.
Essa dúvida eu tive ao chegar na região de Foz, sobre a locação ou não de um veículo. Na prática não foi preciso, quando no próprio aeroporto, conheci um dos taxistas credenciados, o Sr.
Agostinho, que além de bastante educado e atencioso, cobrou R$ 100,00 (cem
reais) pra fazer a travessia até o hotel em Puerto Iguazú, aonde estava hospedado e ainda sugeriu uma parada no caminho, no Parque Nacional das Cataratas, esperando a visita a uma das 7 Maravilhas da Natureza, pelo adicional de mais R$
100,00 (cem reais), como toda a liberdade que um translado turístico não permite. Para quem quiser o contato dele, digam que leram esta postagem e viram o vídeo no meu canal do Youtube e entrem em contato no whatsaap: +55 45 9123-8152. Pessoa fantástica, de confiança e bastante atencioso.
A viagem começa no avião, se você escolher o lado certo e acertar o lado do vento, já é possível ver as quedas d´água pela janelinha. No meu caso, fiz tudo certo, mas o vendo soprou ao contrário e acabei sem ter a vista do alto. Para quem está se peguntando, o lado ideal é o direito da aeronave. No voo, conheci um casal de argentinos, que declararam que o lado brasileiro das Cataratas é superior ao lado deles, por ter uma visão mais panorâmica, enquanto que o lado de Puerto Iguazú, você fica mais próximo na famosa Garganta Del Diablo (apenas isto). A sugestão então é curtir o que o Brasil tem a oferecer, do nosso lado da fronteira, inclusive para conferir que não é por acaso que as Cataratas do Iguaçu são uma das 7 (sete) maravilhas da natureza. Apesar de já ter conhecido quando mais novo, não tive dúvidas e resolvi desbravar as trilhas do Parque Nacional em busca de visuais únicos.
Último mirante das Cataratas
O ingresso de acesso ao parque custou cerca de R$ 40,00 (quarenta reais), mas tem o preço que varia, de acordo com a forma de passeio que você escolhe. No meu caso, não foi preciso a contratação do ônibus interno, que leva os turistas dentro do parque. A primeira dica e sugestão é se deslocar até o antigo hotel da Rede Tropical (que a empresa aérea Varig administrava), o único que está presente DENTRO do Parque Nacional das
Cataratas e seguir na trilha de 1,1 quilômetros até as primeiras quedas de água. Depois disso, o visual irá melhorar cada vez mais, além de sentir um pouco de água caindo em vocês. Próximo a fronteira entre Brasil e Argentina, separadas apenas pelo Rio Iguaçu, é possível se molhar numa ponte por cima das Cataratas e sentir a energia do lugar. Para quem gosta de fotos, elas vão ficar espetaculares de qualquer ângulo, não há dúvidas. Para os amantes da natureza, é possível admirar a rica rica
fauna e flora, como tucanos de bicos pretos pulando entre as árvores e os perigoso e bonitos quatis. Eles
sempre estão em busca de comida, então cuidado se vocês estiverem comendo algo
nas trilhas, eles podem atacar e roubar de suas mãos, e as vezes ferir, o que
pode obrigar as pessoas a tomarem vacina contra a raiva (eles transmitem a
doença).
O tempo foi curto e acabou não sendo possível fazer um passeio bastante interessante, que é o Macuco Safari (http://www.macucosafari.com.br/), aonde você tem uma experiência única nos barcos da empresa, que te levam até as quedas de água para tomar literalmente um banho. Como não foi possível desta vez, segui caminho até a fronteira e já na ponte, é visível a fronteira entre os dois Países, com as cores verde e amarelo do Brasil e azul e branco da Argentina. Uma dúvida que eu tinha era sobre o funcionamento da aduana e imigração dos dois Países, que é aberta por 24 (vinte e quatro) horas, basta você portar a sua identidade (RG) brasileira ou o passaporte, que foi a minha escolha, até para ter mais um carimbo registrado.
Localizada a 18 (dezoito) quilômetros das Cataratas, Puerto Iguazú tem uma população pequena, de cerca de 80.000 (oitenta mil) habitantes e tem uma grande variedade de programas noturnos, como cassinos, gastronomia argentina e italiana, além de um famoso bar de gelo local e boates. O mais curioso é uma feirinha que existe e fica aberta todos os dias até a meia noite. É possível commprar entre outras coisas, excelentes azeitonas recheadas de alho, tomate seco e calabresa. Nesta mesma feirinha, é possível comprar vinhos que são vendidos caro no Brasil, como um Rutini Malbec, por apenas R$ 55,00 (cinquenta e cinco reais). Apesar de bastante corrido, deu tempo de conhecer um restaurante, mas nada de Parrillada, foi uma trattoria bastante interessante, a Trattoria La Toscana (https://www.facebook.com/pages/Tratoria-La-Toscana/215038361883416), que ficava no anexo do hotel que me hospedei. A sugestão é pedir uma boa carne argentina, acompanhada de uma massa caseira e um vinho de uvas típicamente argentinas. Não seria um Malbec, mas um Bonarda! No meu caso, optei por um Trumpeter Bonarda, da vinícola Rutini.
Ainda me restava uma manhã na região de tríplice fronteira e deveria optar por conhecer Itaipu ou fazer compras no Paraguai e enfrentar o trânsito e risco de perder o voo na Ponte de Amizade, para Ciudad de Leste. Acabei optando em conhecer a maior hidroelétrica do planeta, que era Itaipu e contratei os serviços do Sr.
Agostinho, que cobrou R$ 120,00 (cento e vinte reais) para levar na usina e na volta dar uma breve parada no hotel, para pegar a bagagem e deixar no aeroporto.
A exemplo do que acontece no Parque Nacional das Cataratas, existem diversas visitações para Itaipu e acabei escolhendo a mais básica e panorâmica (que tem alguma paradas para fotos e conhecer mais de perto) e que dura cerca de 2 (duas) horas. Custou cerca de R$ 35,00 (trinta e cinco) reais e está incluso o deslocamento num
ônibus da própria empresa. No tour, o guia explica a história e funcionamento de toda a usina, que para quem não sabia, é uma das 7
(sete) maravilhas do Mundo da Engenharia, além de ser a MAIOR usina
hidroelétrica do Mundo.
Um dos cartões postais de Itaipu
Algumas curiosidades que talvez POUCOS possam
conhecer, é que o nome “Itaipu”, vem
do tupi-guarani “pedra que canta”, além de não estar localizada no Rio Iguaçu,
como as Cataratas, mas no Rio PARANÁ. Outro dado importante é que ela é
administrada pelo Brasil e pelo Paraguai, além de alimentar cerca de 85%
(oitenta e cinco por cento) da energia paraguaia e 15% (quinze por cento) da
energia brasileira. Os dois países possuem a mesma participação na entidade “Itaipu Binacional” – A Eletrobrás
(responsável pela energia no Brasil) possui 50 % (cinquenta por cento) e a ANDE
(Administração Nacional de Eletricidade Paraguaia) também tem os seus 50%.
Você deve estar se perguntando o que torna a usina
hidroelétrica tão grande e considerada a maior do planeta, não é mesmo? Para se
ter uma ideia, para a sua construção foram usados 40.000 (quarenta mil)
trabalhadores diretos, além de ter sido usado mais de 12.000.000 (doze milhões)
metros cúbicos de concreto, que seria mais ou menos cerca de 210 (duzentos e
dez) estádios do Maracanã, além de uma quantidade e ferro que daria para
construir cerca de 380 (trezentos e oitenta) Torres Eiffel. Achou pouco? Numa
breve comparação que fazem por lá com o a construção do Eurotúnel (que liga a
França ao Reino Unido), foi usada uma quantidade de concreto 15 (quinze) vezes
maior, além de um volume de escavação 8 (oito) vezes maior. Isso são dados que
apenas demonstram a grandiosidade desta obra, que é preciso vivenciar e visitar
para poder se comprovar e faz parte do nosso Brasil.
Como de costume, fiz também um vídeo com dicas de
Foz do Iguaçu e Puerto Iguazu e já está no ar no meu canal do youtube.
Aproveitem para se inscrever e me seguir também no instagram e no snapchat
(basta procurar por ticobrazileiro nos
dois):
Cerca de 300km separam
a capital da Argentina e destino de milhares de turistas brasileiros, de
Rosário. A cidade ostenta alguns títulos curiosos, como o da “Chicago da
Argentina”, segunda maior cidade do País e berço da bandeira, por ter sido o
primeiro local em solo argentino aonde a sua bandeira foi içada, em fevereiro
de 1812. No passado, a cidade tinha outro nome, o de Pago de Lós Arroyos e
ficava ao sul do Rio Caracarña. Apesar de simples, Rosário tem diversas
atrações culturais, noturnas e gastronômicas.
Desembarque em Rosário.
Por ser uma
cidade universitária e pouco procurada pelos turistas, pouco se sabe da
chegada, que pode ser por via aérea ou terrestre. A dica fica aos que estiverem
em Buenos Aires e tiverem um pouco mais de tempo, para “esticarem” até Rosário.
É possível alugando um carro ou optando pelos trens ou ônibus que saem da
capital porteña com destino a Rosário. A partir do Brasil, a Gol Linhas Aéreas
opera voos diários a partir de Porto Alegre e com duração de uma hora e vinte. O
desembarque no aeroporto internacional “Islas Malvinas” assusta um pouco pela
simplicidade. Nada de fingers, grandes freeshops
ou variedade de lojas. É algo semelhante ao aeroporto de Fernando de
Noronha.
Essa importante
cidade argentina é bastante charmosa e acolhedora, além de ser possível
conhecê-la da melhor forma: caminhando. O passeio começa na Plaza 25 de mayo, que além de ter sido o
ponto de partida da construção da cidade, leva este nome em alusão à Revolução
de 25 de Maio de 1810, aonde a Argentina declarou a sua independência, deixando
assim de ser uma simples colônia espanhola. No centro da praça, há um bonito
monumento que homenageia a liberdade da nação, chamado de Columna a La Liberdad. Localizada no Centro Cívico da cidade, a
praça é cercada por importantes prédios como o Palacio de Los Leones, que é a sede da prefeitura local, além da Basílica Catedral Nuestra Señora del
Rosario.
Vista panorâmica
Parque Nacional.
Não muito longe,
é possível ainda seguir conhecendo um pouco mais da história argentina. Alguns
metros da Plaza 25 de Mayo, encontramos o Parque Nacional da Bandeira, que é o
lugar aonde Manuel Belgrano levantou pela primeira vez a bandeira da Argentina.
Lá que se encontra o cartão postal da cidade e desenho da cédula de 10 (dez)
pesos: o famoso Monumento à Bandeira. Sua arquitetura, com algumas influências europeias
encanta com suas escadarias, colunas e uma torre principal. Entre suas colunas,
há um fogo eterno e na sua torre principal, é possível subir para ter uma vista
panorâmica de 360º de toda a cidade. A área do parque nacional é muito grande e
acaba nas margens do Rio Paraná, aonde há várias atividades culturais e
esportivas para crianças e adultos, além de um monumento que faz alusão as
Ilhas Malvinas serem sempre da Argentina. Para quem gosta de curtir um pouco da
gastronomia local, a dica fica por degustar os sabores que o restaurante VIP
Rosário pode oferecer (https://foursquare.com/v/vip-rosario/4be33982d27a20a18794915b).
Desde mais novo,
sempre fui para Buenos Aires, o que me permite fazer um comparativo: Rosário é
uma espécie de mini Buenos Aires, por lembrar demais a capital argentina. Para
os que acham a calle Florida dos
porteños uma maravilha, precisam conhecer a calle
Cordoba de Rosário. Além de ter uma estrutura similar, com várias lojas de
grife, departamentos, livrarias, bancos e até cinemas, ela é mais organizada,
limpa e movimentada, por incrível que pareça. A cidade é cheia de vida. Para os
amantes de manifestações culturais como shows e música, é o local indicado. Não
é difícil acompanhar vários dançarinos demonstrando seus passos de tango e
encantando a todos quando passam, além de ser possível conhecer um pouco da
música popular argentina. Sem dúvidas um espetáculo. Entretanto o melhor é
poder ter tempo para sentar-se num café e passar um tempo observando o vai e
vem das pessoas e dessas manifestações culturais, com tempo e calma.
Bar & Restaurante Flora.
Seguindo às margens
do Rio Paraná, numa área de antiga estação ferroviária, encontra-se o lugar
mais incrível da cidade: Puerto España. No passado, a área estava completamente
abandonada e destruída e hoje é um complexo de restaurantes, academias de
ginástica e casas de eventos para formaturas, casamentos e outros, totalmente
reformado/ revitalizado. Não é a toa que a frequência é sempre muito boa nesta
área, com público de todas as idades. Para os que gostam de manter a forma
enquanto viajam, é possível fazer caminhadas na pista de cooper desenhada nas
calçadas. Um restaurante bastante interessante, apesar de ter um preço um pouco
mais elevado e um atendimento não muito bom, é o Flora. Ele fica na beira do Rio Paraná e possui mesas externas e
internas. Outro restaurante que é interessante por permitir que você possa
pescar seu peixe, tratar e comer na hora e fresquinho é o PK2 del Rio (http://www.costarosario.com.ar/PK2-de-rio.html).
Clima agradável do restaurante Capri
Já que o assunto
é gastronomia, não poderia deixar de citar um dos melhores restaurantes da
cidade que é o Capri (https://foursquare.com/v/capri/4c76984e66be6dcb008fc30f).
Para os amantes de um prato bem feito e servido, este é o local ideal.
Especializado em massas, ainda há um ótimo chamativo em especial para os
brasileiros: o câmbio atual favorece demais. Apenas para ilustração, um jantar
com calma, que teve duas entradas fantásticas, inclusive com caviar, além de cinco pratos principais
e duas garrafas de vinho Trumpeter (cepa Malbec,
claro!) custou cerca 920 pesos argentinos, que convertendo para o Real seria o
equivalente a R$ 349,91 (trezentos e quarenta e nove reais e noventa e um
centavos) a conta TOTAL. Lembrando que o local é fantástico e funciona com
reservas. Ainda há pessoas que insistem em afirmar que é caro viajar para Argentina.
Será? Em um dos melhores restaurantes da cidade, a conta total não chegou na
metade de um similar em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro.
Bar Beattles Memo
Para quem gosta de
curtir uma noite, Rosário oferece isto em grande estilo. Possivelmente muito
melhor do que os bairros de Palermo, Palermo Hollywood e Las Cañitas de Buenos
Aires. Isso acontece primeiramente nos arredores da Rua Jujuy com uma cópia
fiel dos famosos Hard Rock’s Café mundo afora: O Rock & Feller’s (http://www.rockandfellers.com.ar/).
Para os amantes de ouvir astros do Rock, acompanhados de belos pratos e chopes,
o lugar é este. O problema é conseguir achar lugar para se acomodar, uma vez
que é um bar bastante procurado, mas há o pub,
que é possível sentar-se no balcão e experimentar uma jarra de chope Qulimes e amendoins que são oferecidos
como cortesia. Caso queira fazer um tour pelas
casas noturnas, é possível. Duas quadras dali está outro bar temático e no
mesmo estilo, que é o Johnny B. Good (http://www.jbgood.com/).
A proposta é a mesma: reunir os amigos com música de qualidade com bebidas e
comidas. Por fim, os amantes da banda inglesa The Beattles vão delirar com um bar temático exclusivo para eles. Além
de você poder paquerar, beber e comer bem, passará a noite toda ouvindo hits da banda mais famosa do mundo e
ainda contemplar prêmios, fotos e até um Yellow
Submarine como decoração no teto.
Mais uma vez, já está disponível no meu canal do youtube (www.youtube.com/ticoso) o vídeo que eu fiz e mostro a cidade de Rosário. Para poder assistir, basta clicar em "play" no quadro abaixo. Espero que gostem. Curtam um pouco mais desta viagem, de uma forma mais interativa.
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E se o que você procura são dicas de Buenos Aires, que tal um pouco da capital da Argentina? Cliquem e curtam o vídeo abaixo:
Ah, Buenos
Aires! A “Paris” da América do Sul e cidade mais charmosa deste continente.
Seja com seus cafés ou restaurantes, a capital porteña é atrativa para todo
tipo de público: dos tradicionais aos mais baladeiros. Apesar de inúmeras
ideias positivas, nos últimos anos e com as constantes crises políticas, a
cidade acabou por se tornar um tanto quanto perigosa, razão pela qual sempre é
orientado aos que a esta cidade se destinam um pouco de atenção ao andar nas
ruas e guardar seus pertences de valor no hotel (em cofres, claro!).
A primeira dica
vem ao comprar a passagem. Há sempre as opções de chegar ou sair por Ezeiza ou
pelo Aeroparque. Já embarquei e voltei de viagem em ambos os aeroportos e aos
consumistas de plantão, o melhor mesmo é chegar e voltar pelo aeroporto de
Ezeiza! Apesar de mais longe, ele tem um freeshop melhor do que de muitas
cidades, como Nova York e Paris, por exemplo. Chegar e voltar no Aeroparque tem
a vantagem de apenas de ser no centro da cidade e não tão distante dos hotéis.
Considerando a
chegada ao maior aeroporto, o de Ezeiza, uma questão é levantada: aonde trocar
os reais/ dólar ou euro pelos Pesos Argentinos? Neste caso é importante ficar
atento a duas situações: há duas casas de câmbio, uma dentro do desembarque e
na frente do freeshop e um Banco de La Nación do lado de fora do
desembarque, após passar pelo controle de imigração e fronteira. A primeira
opção, que fica ainda dentro do desembarque, perto das esteiras que entregam as
malas é para enganar turistas desavisados, o que não é o nosso caso! O câmbio
para qualquer moeda chega a ser uma piada de tão absurdo. Desta forma, a opção
mais justa e muito boa para se fazer este câmbio é no Banco de La Nación, que se vale do câmbio do dia.
Finalmente na
cidade mais charmosa da América do Sul, o passeio pode ser iniciado num dos
lugares mais agradáveis de Buenos Aires, que é o bairro da Recoletta, repleta de parques e jardins, bem como o cemitério que
leva o nome do bairro, a Paróquia de Nossa
Senhora del Pilar, além de inúmeros pubs,
bares e restaurantes. Numa breve
caminhada, é possível ver um pouco de artesanato porteño e inclusive o famoso Hard Rock Café, que está presente neste
bairro. O bairro não é muito grande e é possível percorrê-lo e ver tudo com
calma em algumas horas/ minutos. O agradável é sentar-se em algum lugar e
observar o movimento, apreciando uma bela cerveja Quilmes (tradicional argentina).
Não muito longe
de lá, encontramos um dos lugares que os brazucas
preferem quando a matéria é compra. A famosa calle Florida e suas inúmeras lojas de couro (baratíssimos por lá)
e claro: diversas lojas de grife, como a Calvin Klein, Lacoste, Dior, Puma,
Zara, entre outras. Devido aos problemas sociais seguidos que a Argentina vem
enfrentando ao longos dos anos, é aconselhável andar chamando o mínimo de
atenção possível, uma vez que há diversos batedores de carteiras e furtos na
região. O que acontece normalmente é o seguinte: há duas pessoas, aonde uma esbarra
em você, pede desculpas e outra que furta seus pertences sem que seja
percebido. Portanto, a maior dica para poder andar tranquilo é transitar por lá
com as chamadas doleiras por dentro
da roupa e apenas com o necessário.
Ainda na área da
calle Florida, um programa é
imperdível, apesar de ser apenas um centro de compras, que é conhecer a Galeria Pacífico. Neste centro comercial
muito charmoso, é possível encontrar um acervo com várias obras de artes
espalhadas numa espécie de Shopping Center. Por fim, uma das avenidas que
cortam a calle Florida é a Avenida
Corrientes, que ao se juntar com a Avenida 09 de Julio, mostram o cartão postal
da cidade, que é o Obelisco (localizado na chamada Praça da República). Por
muito tempo esta Avenida foi considerada a mais larga do mundo de uma calçada a
outra.
Outro ponto
importantíssimo para se conhecer em Buenos Aires é o bairro mais novo, que
também é o centro financeiro e gastronômico da cidade: Puerto Madero. Por lá é possível encontrar uma infinidade de
restaurantes, como o Bahia Madero (que
tem um cardápio em português e preços bastante atrativos), Cabaña Las Lilas (considerado um dos melhores restaurantes de
churrasco e parilla de Buenos Aires)
e diversos outros. A sugestão é depois de uma caminhada pelo bairro, jantar ou
almoçar acompanhado de um belo vinho “nacional” e de uva Malbec, como os tintos
Uxmal, Trumpeter e Rutini. Também por
lá é possível entrar em antigas fragatas argentinas para conhecer internamente,
bem como atravessar a Puente de La Mujer e
dar de cara com o famoso Hotel Hilton e ao seu lado uma das boates mais
procuradas pelos brasileiros: o Asia de
Cuba.
Por lá há uma
grande vantagens, que favorecem a todos explorarem cada parte da cidade caminhando
ou para os que gostam, pedalando: a cidade é toda plana. Aproveitando a
proximidade da Plaza de Mayo com o
bairro de Puerto Madero, aonde sempre
foi o centro da vida política de Buenos Aires e leva este nome em homenagem à
revolução de Maio de 1811, que iniciou a independência do país da Espanha,
encontramos a famosa Casa Rosada (sede do governo argentino). Por fim, cerca de
duas a três quadras da Plaza de Mayo, encontramos
a Avenida de Mayo e o café mais conhecido e charmoso de Buenos Aires, que é o Café Tortoni (parada obrigatória) e aonde
é possível agendar horários para assistir shows de tango, que é tradicional por
lá. Uma curiosidade importante de ser
destacada é sobre a Avenida de Mayo, que é considerada o eixo cívico da cidade,
por ligar o Congresso à Casa Rosada.
Quer curtir a
vida noturna porteña? Há três lugares um pouco mais afastados deste circuito
todo e que é importante ir de taxi (que é super barato por lá): Palermo/
Palermo Soho e Las Cañitas. Todos são muito parecidos, com ruas repletas de
animação e vida, com bares e restaurantes. Lembram bastante o bairro da Vila
Madalena em São Paulo. Particularmente sou mais adepto de Palermo Soho e Las
Cañitas, mas são locais bastante similares e agradáveis, sempre.
Ninguém pode
deixar Buenos Aires sem conhecer um bairro mais simples, mas com uma vasta
cultura e importância: La Boca. Por lá, é possível encontrar o estádio do time
de futebol mais famoso da Argentina, o Boca Juniors (que é atração turística) e
passear pela rua mais rica em cultura do bairro: Caminito. Não é a toa que a
chamam ela de rua-museu. Por lá é
possível ver vários artistas produzindo suas obras, atores encenando passos de
tango e tirando fotos com turistas, muito artesanato local, e claro, suas casas
coloridas com fachada de aço.
Por fim,
reservem um Domingo pela manhã para ir na famosa Feira de San Telmo, que fica no bairro mais boêmio da cidade, aonde
se encontra muitos antiquários e cafés tradicionais argentinos. A feira, que é
um espetáculo a parte, só acontece aos Domingos e como não poderia deixar de
ser tem diversas atrações culturais, inclusive danças de tango ao ar livre.
Quer mais dicas sobre Buenos Aires? Assistam aos dois vídeos que fiz e estão disponível no meu canal do youtube! É simples... basta clicar abaixo: