| Desembarque em Petrolina |
| Barricas da vinícola Ouro Verde |
| Experimentando as uvas, |
Outra vinícola
visitada foi a Vitivinícola Santa Maria (http://www.vinibrasil.com.br/), que é controlada pelo grupo português Dão Sul, com ampla experiência, além de diversos prêmios internacionais. Fazendo um paralelo com a vinícola em Feira Nova, achei que esta é a que mais vale a pena, por conta da estrutura e instrução dos guias. São verdadeiras lições sobre o cultivo da uva, processos de fermentação do vinho e como degustar. Posso afirmar que chega a ser um passeio do nível ou até superior ao que fiz por duas oportunidades em Santiago do Chile, na vinícola Concha y Toro. O passeio se torna mais espetacular quando os guias oferecem uma visita aos campos de parreiras, aonde se há breve explicação do plantio das cepas e permitindo ao turista experimentar os sabores e perceber as diferenças, uva a uva. Dentre os inúmeros tipos, destaco as Cabernet Sauvignon, Carmenère e Shiraz. Para os que querem
testar todos os paladares e perceber as diferenças de sabores de cada uva, é
permitido experimentar ali mesmo cada uva. Como em toda vinícola, a visita se
encerrou com uma ampla degustação de seus vinhos, que foram os da linha Rio Sol
e com uvas de cortes Cabernet Sauvignon e Syrah.
| "Carranca" com a ponte ao fundo |
Não poderia deixar de fazer uma referência ao “Velho Chico”, apelido carinhoso ao Rio São Francisco, tão presente na cultura do povo nordestino. Petrolina (Pernambuco) e Juazeiro (Bahia) são banhadas e separadas por essas águas e chegaram a ter uma canção do já falecido Luiz Gonzaga (http://www.youtube.com/watch?v=t_70Bfif9BQ)
que demonstrava todo carinho para as duas cidades.
O passeio começa numa travessia típica da região, numa pequena embarcação que funciona como ônibus coletivo, só que aquático e leva as pessoas de Petrolina, para Juazeiro em apenas alguns minutos. Ao chegar no lado da Bahia, troquei para um barco maior e a vapor, que iria iniciar um tour pelas águas do Rio São Francisco. O guia, passa aos turistas diversas informações sobre a importância do rio para a região, além dos aspectos históricos e outras curiosidades. Impossível não perceber a Carranca, que é uma escultura em forma humana ou de animal típica da região e feita de madeira. Inicialmente eram produzidas e colocadas na proa dos barcos que navegavam pelo “velho Chico” e depois passou a ser comercializado nas diversas lojas de artesanatos da região. O passeio, que dura cerca de duas a três horas, é regado a espumantes locais, culinária regional e muita música popular brasileira e regional, além de permitir uma parada para se banhar nas águas do "Velho Chico".
Tentei fazer um vídeo para mostrar um pouco mais do passeio, mas as filmagens ficaram com o som muito abafado e prejudicado. Vou ficar devendo, na próxima ida para Petrolina e Juazeiro, prometo o vídeo.
O passeio começa numa travessia típica da região, numa pequena embarcação que funciona como ônibus coletivo, só que aquático e leva as pessoas de Petrolina, para Juazeiro em apenas alguns minutos. Ao chegar no lado da Bahia, troquei para um barco maior e a vapor, que iria iniciar um tour pelas águas do Rio São Francisco. O guia, passa aos turistas diversas informações sobre a importância do rio para a região, além dos aspectos históricos e outras curiosidades. Impossível não perceber a Carranca, que é uma escultura em forma humana ou de animal típica da região e feita de madeira. Inicialmente eram produzidas e colocadas na proa dos barcos que navegavam pelo “velho Chico” e depois passou a ser comercializado nas diversas lojas de artesanatos da região. O passeio, que dura cerca de duas a três horas, é regado a espumantes locais, culinária regional e muita música popular brasileira e regional, além de permitir uma parada para se banhar nas águas do "Velho Chico".
Tentei fazer um vídeo para mostrar um pouco mais do passeio, mas as filmagens ficaram com o som muito abafado e prejudicado. Vou ficar devendo, na próxima ida para Petrolina e Juazeiro, prometo o vídeo.